ETERNAMENTE.

ETERNAMENTE.
Foi amor a primeira vista, Você me olhou... Eu olhei pra você... Foi paixão ao primeiro beijo, Você roubou um beijo meu... Eu roubei um beijo seu... Foi desejo no primeiro instante que sua pele tocou na minha, Você se aconchegou no meu corpo... Foi assim que nós formamos um só, Você se entregou pra mim... Eu me entreguei pra você... E nessa magia do amor, Você é meu eternamente... Eu sou sua eternamente...

terça-feira, 26 de maio de 2015

ESCRITO POR Gonçalo de Assis

AO ANOITECER .

 A noite cai lentamente sobre a cidade que dorme, mas permanecemos acordados, envoltos no desejo que sentimos fluir do âmago do nosso ser . A tua mão procura a minha e ambas se apertam num amplexo de desejo. A minha boca procura a tua , sedenta do teu gosto tão conhecido, a minha língua entreabre os teus lábios e procura beber ansiosamente cada gota do teu gosto. As minhas mãos erram a esmo pelo teu corpo aconchegado ao meu, e tomam caminhos que sabemos onde vão dar. Inclino o teu corpo sobre a carpete no chão e rolamos juntos , numa brincadeira já tensa de dois corpos que se desejam. O meu corpo trémulo que te deseja, cobre o teu, fazendo com que sintas o meu desejo , o meu domínio. Sei que o meu calor te excita , embora brinques comigo numa recusa que sei que é apenas mera traquinice. As minhas mãos ansiosas. desapertam a tua blusa e mostram-me expostos os teus seios, envoltos na lingerie de renda que os encerra. Arranco-te a blusa, ignorando os protestos que sei que não são sinceros e a minha boca cai ávida sobre a renda que protege os teus seios. Sinto o teu corpo estremecer e colar-se mais ao meu. Sorrio interiormente , antevendo o desejo que te possui. Com pouco cuidado , as minhas mãos arrancam a lingerie que protege os teus seios da minha vontade e os meus lábios caem sobre eles, como pássaro faminto sobre fruta madura. Sinto a tua resposta ao toque da minha boca e ela enlouquece-me. Sei que és minha e o meu desejo avoluma-se a um tal ponto que parece explodis. Os nossos corpos desnudam-se ao sabor de um desejo que não sabe mais esperar. As nossas bocas exploram-nos e o nosso desejo mútuo entra numa ascendência que nos cega. Queremos ser apenas um e dando voz a esse desejo , os nossos corps unem-se, tornando-se um só. E entoam juntos o ritmo do desespero que sai das nossas bocas húmidas que se colam, até que como envolvidos por uma centelha de fogo , a agonia explode , deixando no seu lugar saciedade e paz. E a certeza imortal de que nos pertencemos..  

Nenhum comentário:

Postar um comentário